Tocantins, 22 de outubro de 2021 - Mira Jornal - 00:00

Estado

Deputada defende campanha em massa para combater a violência contra as mulheres

10/10/2021 06h04

Clayton Cristus / HD Deputada Valderez Castelo Branco
A divulgação em eventos públicos e privados de propagandas contra a violência à mulher, crianças e adolescentes poderá tornar-se obrigatória em todo o Estado do Tocantins.

Projeto de lei da deputada Valderez Castelo Branco (PP) que versa sobre o tema foi apresentado ao plenário e já tramita na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJ).


“É necessária a divulgação em massa de formas de combate a esse tipo de violência. Por isso, precisamos encorajar e regulamentar a formalização de denúncias, com o intuito de aumentar a conscientização da população, inclusive a masculina, a respeito desse grave problema”, justificou Valderez.

Conforme a proposta, as peças publicitárias devem conter menções à Central de Atendimento à Mulher (Disque 180) e aos Direitos Humanos (Disque 100) por meio de telões, sistemas de som e equipamentos similares disponíveis em eventos desportivos, salas de cinema, teatros e afins.

De acordo com a Convenção Interamericana para Prevenir, Punir e Erradicar a Violência, a agressão contra a mulher é qualquer ação ou conduta, baseada no gênero, que cause morte, dano ou sofrimento físico, sexual ou psicológico à vítima.

“Dados apontam que grande parte da violência contra as mulheres é praticada no âmbito privado, dentro do lar, por pessoas próximas à sua convivência, como maridos ou companheiros. São agressões físicas, psicológicas e verbais que precisam ser combatidas”, alertou a parlamentar.

Violência no trânsito

Outro projeto de lei apresentado recentemente institui o “Dia Estadual da Lei Seca” no Tocantins, a ser comemorado anualmente no dia 19 de junho. Para Valderez, a combinação de álcool e direção potencializa os riscos de acidentes nas estradas e ruas. “É preciso uma data específica no calendário anual a fim de que o assunto seja debatido e fortalecido junto à sociedade”, justificou a autora. 
(Penaforte Diaz;Ficom ALTO)

   

Comentários (1)

  • jose professor | 11/10/21 16h37

    Isto não resolve o problema Srª Deputada. O que resolve são LEIS duras e contundentes com condenação mínima de 15 anos progressivos até os 30 anos de cárcere privado sem direito a progressão de pena e nem das IDIOTAS FIANÇAS que permitem o criminoso sair incólume pela porta da frente.Os problemas não acabarão mas diminuirão em pelo menos 90%.

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Mais que o medo de adoecer, as mulheres em todo mundo enfrentam outro dado assustador: o aumento da violência doméstica.

O Brasil está em quinto lugar no ranking mundial de feminicídio, o que faz desse tipo de violência um grave problema social e de saúde pública, que os profissionais da Atenção Primária enfrentam todos os dias.
Com o isolamento social, houve um aumento considerável de relato desse tipo de violência.

Como identificar as mulheres que estão mais vulneráveis? A resposta você encontra no vídeo desenvolvido pela médica de família e comunidade Lorenna Baião, com apoio da Associação Capixaba de Medicina de Família, e também nas cartilhas produzidas pelos Grupos de Trabalho de Mulheres na MFC e de Gênero, Sexualidade, Diversidade e Direitos da SBMFC.
 

Comente

  • jose professor
    27/09/21 07h01
    Não é possível que as coisas aconteçam e ninguém reclame.Hoje (27/09/2021) aproximadamente entre 06:30 e 07:00 horas...
  • Redação
    25/08/21 14h04
    Parabéns Miracema pelos seus 73 anos. As cidades são como as pessoas sentem quando a ingratidão chega a sua porta....
  • Jose Professor
    14/08/21 09h57
    Não é a primeira vez que reclamo. Não é novidade o barulho infernal causado pelos carros de som na comunidade. Me...
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